terça-feira, 30 de agosto de 2011

Eu e o computador



Hoje dia 25 de agosto vou fazer um pequeno relato sobre um novo curso que estou fazendo: Tecnologias na Educação.Para começar vou colocar uma situação pela qual passei durante os anos de minha graduação, todos os meus trabalhos até o relatório final paguei para que digitassem para mim, dizia que o computador me deixava nervosa, não tinha paciência para lidar com ele.
Assim, os anos foram passando, meus colegas tinham MSN, e-mail, e eu nada, não gostava de estar no computador, dizia eu, claro! Me formei com louvor, feliz pelo caminho concluído, saí em busca de realizar meus ideais agora. Fiz um concurso e passei, no que me apresentei fui logo informada que a vaga de 40 horas era para trabalhar no NTE, com computação, rapidamente respondi que não havia problema, nada que eu não pudesse aprender.
Ai se iniciou um amor radical pelo sistema operacional Linux. Ali naquele momento começou a desmistificação (medo) do computador. Na verdade descobri que eu não sabia lidar com o computador tinha um medo terrível, então comecei a dizer que não tinha paciência para o mesmo. Mas nosso amor foi além do clicar do mouse, nossa relação cresceu, eu já me sentia à dominar aquela máquina que tanto pavor me havia causado. Estávamos quase no ponto de um enlace definitivo quando passei em outro concurso e mudei de função.
Nosso caso, "eu e o computador", foi por rio abaixo.
Hoje ao estar aqui fazendo esse curso básico de informática é querer retomar uma relação que tinha tanto a crescer evoluir, espero que eu não pare por aqui, quero depois fazer outros e outros, quero dessecar tudo que se refere ao sistema operacional, não posso mais temer está máquina que é o presente e o futuro, é o caminho das novas comunicações, das novas relações, é uma viagem constante ao desconhecido e ao novo.
Caras colegas! Espero que possamos usufruir de muita compreensão e trocas de idéias para que possamos crescer juntas, não convido-as para a mesma relação de amor pois está é minha, o PC me pertence desde o dia em que descobri que não basta só clicar, tem que entender e se relacionar.
Tudo brincadeirinha viu!

Beijos!

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