O mundo imaginário é surreal, nossos sonhos nos levam a trilhar o largo caminho do prazer, a única saída para a difícil realidade de uma mente possuída por milhões de 'eus', como doentes em um hospício, é esvaziá-la de todo esse lixo.
Através do imaginário nos desligamos dos limites de tempo e espaço, e estamos livres para irmos onde nossa mente nos levar, porém, chega o momento em que precisamos quebrar o limite entre o real e o imaginário, voltando nossa atenção para nós mesmos, nos observando a cada minuto, e percebendo que as ações praticadas são mecânicas.
Todos têm um anjo, um guardião que nos cuida, nos protege. Não conhecemos sua forma, pode ser um velho, uma criança ou mesmo um anjo, daqueles que possuem asas, mas não se deixe enganar pelas aparências, nossos anjos podem ser fortes como um dragão, mas ainda assim, não estão aqui para lutar nossas batalhas, só para nos inspirar, lembrar quem somos e para o que viemos.
Ilusão pensar que temos poder sobre esse mundo imaginário que criamos. Nossas batalhas são eternas. Nos são oferecidas as armas de que precisamos para lutar.
A jornada começa.
Há uma saída para a liberdade, porém, o que fazer?
A chave do mistério, a razão, a meta, é o grande sacrifício. Lutar contra nós mesmo, contra os “nossos desejos”, “nossas vontades”, se não lutarmos seremos vencidos por “qualquer coisa”.
Por nós mesmos!
Só nossa Mãe Divina pode nos ajudar incansavelmente, só ela tem o poder de dissolver nossos “EUS”.
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